28.12.11

Ano Novo e Lingerie



31 de dezembro chegando, hora de ir às compras escolher uma lingerie para usar na virada do ano. Acreditando ou não nas simpatias e superstições, grande parte, por via das dúvidas, sempre procura usar um lingerie de acordo com o que considera sua prioridade dentre os nossos milhares de desejos e anseios para o próximo ano. E mesmo sem se importar com tudo isto, tudo de bom é curtir a festa com uma lingerie bem novinha.


Por isto meninas, dediquei este post a relembrar os significados das cores. Em todas as lojas existe uma enorme variedade de estilos e preços. Portanto, o que não vai faltar é opção que se encaixe em seu estado de espírito. Vale até um mix de cores, afinal eleger um desejo só a gente sabe que é difícil.


Preto sofisticação e luxo

Vermelho paixão, elegância e requinte

Verde vigor, juventude, frescor e esperança

Amarelo prosperidade


Laranja movimento e espontaneidade


Azul é a cor do espírito e do pensamento


Roxo prosperidade e nobreza
Lilás espiritualidade


Rosa beleza, sensualidade e romantismo



Salmão felicidade e harmonia

Prata novidades e inovações

Dourado ouro e riqueza

Branco harmonia, equilíbrio e paz.


Encontrei no site Delas uma matéria sobre calcinhas, amor e os rituais e simpatias envolvendo a passagem do ano que me pareceu bem interessante.
Tenham todas uma feliz virada do ano e um 2012 de muitos desejos realizados!

23.12.11

É Natal...

Está chegando o dia tão esperado por crianças e mesmo por todos nós marmanjinhos.
Muitas festas e encontros de turmas que convivemos durante todo o ano.
Bares e restaurantes lotados,
Amigos ocultos,
Despedidas,
Compras e compras,
Filas no supermercado,
Pensar no cardápio com carinho,
Fazer uma cartinha na cabeça para o Papai Noel do seu coração.
O Natal é tão bom que já deixa seus bons flúidos semanas antes...

 
Aproveite os poucos dias que falta para relaxar um pouquinho,
Algum pequeno detalhe pode faltar, mas a sua dedicação com certeza não faltou,
Lembre-se de ligar para um amigo querido de datas antigas que muitas vezes já não está tão presente nos dias atuais,
Veja, hoje, se a toalha de natal não foi guardada no ano anterior com alguma manchinha de gordura. Mas se ver só no dia, fique tranquila, ninguém vai perceber se você cobrir com algum prato especial.
Coloque na árvore um presente para você! Com cartão e tudo mais.
Imprevistos vão acontecer. Releve. O objetivo é estar junto de quem se ama e comemorar.

 
 Brinde. Brinde com amigos e amados. Faça também um brinde de paz!

E lembre-se de abraçar os novos membros da família.

 
Lembre-se com muito amor de quem se foi... Comemore em nome dele também.

E abrace. Abrace muito!
E guarde no seu coração as energias boas do natal de distribua no durante o próximo ano.

 

31.10.11

Memória - Carlos Drummond de Andrade




    Memória


    Amar o perdido
    deixa confundido
    este coração.

    Nada pode o olvido
    contra o sem sentido
    apelo do Não.

    As coisas tangíveis
    tornam-se insensíveis
    à palma da mão

    Mas as coisas findas
    muito mais que lindas,
    essas ficarão.


(Drummond nasceu em Itabira, Minas Gerais, a 31 de outubro de 1902)

20.10.11

A história de uma amizade em nosso stand - Feira Mercado Mais

Essas são Claudia e Leia, amigas há 32 anos.
A duas fizeram questão de parar em nosso stand na Feira Mercado Mais e tirar uma foto com a almofada métrica "Nossa amizade é grande demais para se medir".
Adoramos a visita meninas! Adoramos mais ainda fazer parte da história de vocês!

5.10.11

A dolcelari.com na Feira Mercado Mais

A dolcelari.com vai estar presente na Feira Mercado Mais na Serraria Souza Pinto
em Belo Horizonte nos dias 20 a 23 de outubro.


Já estamos preparando muitas novidades em arranjos, presentes e mimos. Além de muitas promoções!


 Aproveite a oportunidade de fazer excelentes compras com todo conforto e muita diversão.
Estacionamento no local, praça de alimentação, consultoria de moda e estilo, espaço para as crianças e muito mais.
Compareça!

3.10.11

Nem tudo é fácil



Nem tudo é fácil - Cecília Meireles

É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste. 
É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada
É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia. 
É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua. 
É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo. 
É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar. 
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo. 
Se você errou, peça desculpas... 
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado? 
Se alguém errou com você, perdoa-o... 
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender? 
Se você sente algo, diga... 
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar 
alguém que queira escutar? 
Se alguém reclama de você, ouça... 
É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz? 
Nem tudo é fácil na vida...Mas, com certeza, nada é impossível 
Precisamos acreditar, ter fé e lutar para que não apenas sonhemos,
Mas também tornemos todos esses desejos, realidade!!!

23.9.11

Primavera (Cecília Meireles)



A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.

Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.



Imagem gentilmente cedida por Gabriel Scayola Piedra Cueva

22.9.11

O sotaque das mineiras



O sotaque das mineiras (Felipe Peixoto Braga Neto)


O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar...
Afinal, se tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais, 
como é que o falar, sensual e lindo das moças de Minas ficou de fora?

Porque, Deus, que sotaque! Mineira devia nascer com tarja preta avisando: 
'ouvi-la faz mal à saúde'. Se uma mineira, falando mansinho,  me pedir para assinar um contrato doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: 'só isso?'. Assino, achando que ela me faz um favor.

Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma.
Certa vez quase propus casamento a uma menina que me ligou por engano, 
só pelo sotaque.

Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas. Preferem, sabe-se lá por que, abandoná-las no meio do caminho. Não dizem: pode parar, dizem: 'pó parar'. Não dizem: onde eu estou?,  dizem: 'onde queu tô?' Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem - lingüisticamente falando - apenas de uais, trens e sôs.

Digo-lhes que não. Mineiro não fala que o sujeito é competente em tal ou qual atividade. Fala que ele é bom de serviço. Pouco importa que seja um juiz, um jogador de futebol ou um ator de filme pornô. Se der no couro - metaforicamente falando, claro - ele é bom de serviço. Faz sentido....

Mineiras não usam o famosíssimo tudo bem. Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra: 'cê tá boa?' Para mim, isso é pleonasmo. Perguntar para uma mineira se ela tá boa é desnecessário...

Há outras. Vamos supor que você esteja tendo um caso com uma mulher casada. Um amigo seu, se for mineiro, vai chegar e dizer: _ Mexe com isso não, sô (leia-se: sai dessa, é fria, etc). O verbo 'mexer', para os mineiros, tem os mais amplos significados.  Quer dizer, por exemplo, trabalhar. Se lhe perguntarem com o que você mexe, não fique ofendido. Querem saber o seu ofício.

Os mineiros também não gostam do verbo conseguir. Aqui ninguém consegue nada. Você não dá conta. Sôcê (se você) acha que não vai chegar a tempo, você liga e diz: 

'- Aqui, não vou dar conta de chegar na hora, não, sô.'

Esse 'aqui' é outra delícia que só tem aqui. É antecedente obrigatório, sob pena de punição pública, de qualquer frase. É mais usada, no entanto,  quando você quer falar e não estão lhe dando muita atenção: é uma forma de dizer 'olá, me escutem, por favor'. É a última instância antes de jogar um pão de queijo na cabeça do interlocutor.

Mineiras não dizem 'apaixonado por'. Dizem, sabe-se lá por que, 'apaixonado com'. Soa engraçado aos ouvidos forasteiros. Ouve-se a toda hora: 'Ah, eu apaixonei com ele...' Ou: 'sou doida com ele' (ele, no caso, pode ser você, um carro, um cachorro)...

Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a mineira. Nada pessoal. Aqui certas regras não entram. 

São barradas pelas 20 montanhas.

Por exemplo: em Minas, se você quiser falar que precisa ir a um lugar, vai dizer: 

- 'Eu preciso de ir..' Onde os mineiros arrumaram esse 'de', aí no meio, é uma boa pergunta...  Só não me perguntem! Mas que ele existe, existe. Asseguro que sim, com escritura lavrada em cartório.

No supermercado, o mineiro não faz muitas compras, ele compra um tanto de coisa... O supermercado não estará lotado, ele terá um tanto de gente. 

Se a fila do caixa não anda, é porque está agarrando lá na frente.
Entendeu? Agarrar é agarrar, ora!

Se, saindo do supermercado, a mineirinha vir um mendigo e ficar com pena,
suspirará: '- Ai, gente, que dó.'

É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas mineiras... 

Não vem caçar confusão pro meu lado! Porque, devo dizer, mineiro não arruma briga, mineiro 'caça confusão'. Se você quiser dizer que tal sujeito é arruaceiro, é melhor falar, para se fazer entendido, que ele 'vive caçando confusão'.

Ah, e tem o 'Capaz...' Se você propõe algo a uma mineira, ela diz: 'capaz' !!! 

Vocês já ouviram esse 'capaz'? É lindo. Quer dizer o quê? 
Sei lá, quer dizer 'cê acha que eu faço isso'!? Com algumas toneladas de ironia. Se você ameaçar casar com a Gisele Bundchen, ela dirá: 'ô dó dôcê'. Entendeu? Não? Deixa para lá.

É parecido com o 'nem...' . Já ouviu o 'nem...'? Completo ele fica: '- Ah, nem....'    O que significa? Significa, amigo leitor, que a mineira que o pronunciou não fará o que você propôs de jeito nenhum. Mas de jeito nenhum. Você diz: 'Meu amor, cê anima de comer um tropeiro no Mineirão?'. Resposta: 'nem....' Ainda não entendeu? Uai, nem é nem. Leitor, você é meio burrinho ou é impressão?

Preciso confessar algo: minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das mineiras. Aliás, deslizes nada. Só porque aqui a língua é outra,
não quer dizer que a oficial esteja com a razão.

Se você, em conversa, falar: 'Ah, fui lá comprar umas coisas....' ' _Que' s coisa?' - ela retrucará... O plural dá um pulo. Sai das coisas e vai para o 'que'!

Ouvi de uma menina culta um 'pelas metade', no lugar de 'pela metade'.
E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa, confidenciará: - Ele pôs a culpa 'ni mim'.

A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios, em Minas... Ontem, uma senhora docemente me consolou: 'preocupa não, bobo!'.
E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras 
nem se espantam. Talvez se espantassem se ouvissem um: 'não se preocupe', ou algo assim. Fórmula mineira é sintética e diz tudo.

Até o tchau, em Minas, é personalizado. Ninguém diz tchau, pura e simplesmente. Aqui se diz: 'tchau pro cê', 'tchau pro cês'. É útil deixar claro o destinatário do tchau....

28.7.11

Os teus pés (Pablo Neruda)



Quando não posso contemplar teu rosto,
contemplo os teus pés.

Teus pés de osso arqueado,
teus pequenos pés duros.

Eu sei que te sustentam
e que teu doce peso
sobre eles se ergue.

Tua cintura e teus seios,
a duplicada púrpura
dos teus mamilos,
a caixa dos teus olhos
que há pouco levantaram vôo,
a larga boca de fruta,
tua rubra cabeleira,
pequena torre minha.

Mas se amo os teus pés
é só porque andaram
sobre a terra e sobre
o vento e sobre a água,
até me encontrarem.

24.5.11

Luxo - Edilce de Carvalho


Tenho poucos luxos.
Gosto de casa pequena
terreno no alto
no meio do mato
com vista comprida.
Móveis, quase não ligo.
Gosto de penteadeira, cômoda
porta-chapéu e guarda-comida.
Fogão à lenha
caçarola preta de estimação
chaleira que não se lava
e panela de pedra-sabão.
Meu gosto é singelo.
Gosto de tramela de pinho de riga
trinco de ferro batido
calha de cobre
banheira com pezinho
bota velha
e telhado com muita viga.
Gosto também de aroeira torta
pé direito baixo
chão de cimento queimado
parede de adobe ou de pau-a-pique.
Não tenho tantos luxos assim.
Vinho tinto com queijo
caixa de música e realejo.
Minha leitura é pouca para os dias de hoje.
Me baseio no que vejo
escuto a voz do coração
resolvo tudo com emoção.
De jardim, o que sei
tento imitar a natureza.
Mas meus filhos,dá gosto de ver
parecem vindos da realeza.
Falam inglês,nadam bem
e foram educados em boas escolas.
Eu, por minha vez, não falo inglês
não nado bem
e fui educada na escola da vida.
E por estar sempre atenta
feito jaguatirica ao amanhecer
sou arisca
manhosa e tinhosa, mesmo sem querer ser.
Nessa vida já fiz quase tudo que queria.
Plantei árvores com a própria mão
e amassei muito pão.
Como fui aluna aplicada
dizem que minha vida foi merecida.
Na verdade,
foi muita sorte.
Fui muito amada
e tive mais que merecia.
Nasci predestinada.

Edilce de Carvalho, mineira de Lavras, jardineira, mãe da Jô e do Dani, vó do Noah e da Gaia. Poeta.
Poema Luxos, extraído do seu livro "ainda" não publicado- Pão de Queijo com Pernil.
Fonte: Cosmonauta

4.5.11

Faça a sua parte. Dê o exemplo!


Se existe algo que tem sido fundamental na minha vida após ter sido mãe é a necessidade de "dar o exemplo". Certa vez ouvi que filho não aprende com falatório, filho aprende com exemplo. Eu sei que dificilmente, nós mães, abandonaremos o fiel costume de desfiar um rosário de recomendações sobre todo e qualquer assunto aos nossos filhos. Mas é baseado na maneira como agimos é que somos mais facilmente copiadas. Qual de nós já não se pegou praticando os mesmos atos que nossas mães faziam quando éramos pequenas? Tem hora que  a semelhança é tanta que chego a dizer, "sai de mim que este corpo não te pertence". É o aprendizado pelo exemplo funcionando perfeitamente.
Pois hoje, fiquei encantada de ver a primeira dama dos EUA, Michele Obama (mais uma vez servindo de modelo neste blog), dançando com os alunos em uma escola em Washington na última terça-feira . Sua visita fez parte de sua campanha Let's Move de incentivo a reeducação alimentar e consequente redução dos níveis de obesidade das crianças americanas. Deixando a vergonha de lado, Michele saiu do falatório e partiu para o exemplo, dançando junto à meninada a música gravada por Beyoncé exclusivamente para esta campanha. Resultado? Sucesso total! Michele mais uma vez está estampada nos jornais de todo o mundo mostrando que esta desempenhando a risca seu papel de "primeira a dar o exemplo". Nossos parabéns!

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Assista ao vídeo de Michele Obama "se movendo" ao som de Beyoncé:

23.4.11

Páscoa



Há quem diga que Páscoa se comemora com ervas amargas e carneiro assado na brasa..
Há quem diga que devemos fazê-lo comendo ovos de chocolate
Há quem diga que coelhos botam ovos...
Há quem misture fertilidade com liberdade e renascimento...
Há quem não consegue entender qual o real valor deste dia tão sagrado...
Há quem se aproveite disso...
Há quem perca muito com isso...
Há quem não está nem aí pra isso...
E há você lendo isso e se perguntando:
O que tenho com isso?
Há quem diga por causa de você tudo isso que parecia não ter sentido agora demonstra ter.
Você é especial. Feliz Páscoa!

1.4.11

Precisa-se de loucos! Alguém se candidata?

Precisa-se de loucos!

De loucos uns pelos outros!
Que em seus surtos de loucura
espalhem alegria; com habilidades suficientes para agir como
treinadores de um mundo melhor, que olhem a ética, respeito às
pessoas e responsabilidade social, não apenas como princípios
organizacionais, mas como verdadeiros compromissos
com o universo.
  

Precisam-se loucos de paixão, não só pelo trabalho, mas
principalmente por gente, que vejam em cada ser humano
o reflexo de si mesmo, trabalhando para que velhas competências
deem lugar ao brilho no olhar e a comportamentos humanizados.
  

Precisam-se loucos por novas tendências, mas que caminhem
na contramão da história, ouvindo menos o que os gurus tem a
dizer sobre mobilidade de capitais, tecnologia ou eficiência
gerencial e ouvindo mais seus próprios corações.
  

Precisam-se loucos poliglotas que não falem inglês, espanhol,
francês ou italiano, mas que falem a língua universal do amor;
do amor que transforma, modifica e melhora, pois, palavras não
transformam empresas e sim, atitudes.
  

Precisam-se, simplesmente, loucos de amor; de amor que
transcende toda a hierarquia, que quebra paradigmas; amor que
cada ser humano deve despertar e desenvolver dentro de si e
pôr a serviço da vida própria e alheia; amor cheio de energia,
amor do diálogo e da compreensão, amor partilhado e transcendental.
  

O mundo precisa urgentemente de loucos, capazes de implantar
novos modelos de gestão, essencialmente focados no ser, sem
receios de serem chamados de insanos, que saibam que a
felicidade consiste em realizar as grandes verdades e não
somente em ouvi-las.

(autor desconhecido)

30.3.11

Os 25 Anos da Pixar


Em 3 de fevereiro deste ano a Pixar Animation Studios comemorou seus 25 anos de existência. Em 1995, a empresa encantou todo o mundo com o lançamento de Toy Story - Um Mundo de Aventuras. A história da animação nunca mais foi a mesma.
Mais do que a conquista de seis estatuetas do Oscar de melhor animação, a Pixar conquistou o coração de adultos e crianças. A paixão pelos seus desenhos vem de todas as idades.
Quem não vibrou em Os Incríveis ou torceu pelo ratinho gourmet em Ratatouille? Não se emocionou com Procurando Nemo, Wall-E ou com o velhinho rabugento de Up - Altas Aventuras? Só quem não esteve neste planeta nos últimos 25 anos.
O vídeo abaixo é uma homenagem à Pixar por toda esta obra e apresenta imagens dos 12 longas e 20 curtas produzidos pela empresa. Imperdível!

17.3.11

A Águia e as Galinhas



Do alto de uma montanha caiu um filhote de águia, o qual foi encontrado por um camponês no caminho de sua casa, não sabendo muito o que fazer, levou para casa e colocou junto as galinhas.
O tempo passou. A águia junto as galinhas continuou. Toda vez que o vendaval surgia, no chão a águia caia como uma simples galinha.
Por sorte, um certo dia, um poeta que por ali passava, reconhecendo a ave, resolveu ajudá-la.
Pegou cuidadosamente com as suas mãos e levou lá para o alto da montanha. E de lá jogou para baixo.
E foi quando caia e estava ao ponto de estatelar no chão, que o forte ímpeto instintivo de salvar-se, surgiu a confiança superando ao medo. Abrindo as asas, pousou sincronicamente sobre um belo lugar.
A ave que por muito tempo pensava ser galinha, em águia dourada se transformou.